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Cruz Alta

Cruz Alta: o município que deu origem a 219 cidades

(Fonte: Jornal Tribuna das Cidades e Alto Jacuí)

Cruz Alta comemora na próxima terça-feira, dia 18 de agosto, seus 188 anos de fundação. A Terra de Erico Verissimo, da Coxilha Nativista, que neste ano vai para sua 9ª edição sendo o festival nativista mais antigo do Estado sem sofrer interrupção, e da Lenda da Panelinha, hoje vive pleno momento de expansão graças sua privilegiada localização geográfica. Cruz Alta possui um dos melhores troncos rodoferroviários. Isso fez com que nos últimos três anos grandes empresas viesse a se instalar na cidade, como é o caso da Cooperativa Central Gaúcha Limitada (CCGL), da Bunge e da Standard Logística. “As empresas conseguem reduzir custos de logística em quase 20% utilizando as estradas e a malha ferroviária, levando seus produtos até o Porto de Rio Grande para exportação”, lembra o prefeito Vilson Roberto Bastos dos Santos. O tradicional desfile que ocorre sempre no dia 18 de agosto teve de ser suspenso neste ano, pois a Administração Municipal teve que tomar medidas de prevenção e precaução em razão da Gripe A (H1N1). História Cruz Alta vivenciou os principais momentos políticos, militares, econômicos e religiosos do Rio Grande do Sul. A principal delas tenha sido, talvez, quando a cidade recebeu o Alto Comando Farrapo, durante a Revolução Farroupilha, com a presença de Bento Gonçalves, Giuseppe Garibaldi, Anita Garibaldi e David Canabarro. O municípios também esteve envolvido direta ou indiretamente em episódios na Guerra do Paraguai, Revolução de 1893 e na Revolução de 1923.

O processo de formação histórica de Cruz Alta, remonta à presença jesuítica no Rio Grande do Sul. Depois de inúmeros tratados políticos, que pautaram na divisão do território pelas nações ibéricas, a alta e marcante cruz erguida por volta de 1698 consolidou-se como importante pouso de tropeiros, marcando de forma indelével o prefácio histórico da futura Cruz Alta. Com a fundação da vila, autorizada em 1821 e a criação do município em 1833, Cruz Alta constitui-se numa imensa área territorial, cujos limites foram testemunhas e protagonistas dos principais embates da vida dos gaúchos. Esta grande área, abarcava em seus primitivos limites, praticamente uma quinta parte do território rio-grandense e onde modernamente estão 219 municípios do nosso Estado.

O Projeto GenCruz, criado em 2007, pela Secretaria de Cultura do Município resgatou a rica história da genealogia dos municípios originários de Cruz Alta, através de uma linha de descendência que inclui municípios filhos (Passo Fundo – 1857 -, Palmeira das Missões – 1874 - , Santo Ângelo – 1873 -, Santa Maria – 1857 -, entre outros), netos (Soledade – 1875 –, São Luiz Gonzaga – 1884 -, Júlio de Castilhos – 1891-, entre outros), bisnetos, trinetos e tataranetos.

Dados do Município População: 64.762.

Fundação: 1821.

Aniversário: 18 de Agosto.

Região: Noroeste.

Distância da Capital: 336 quilômetros.

Associação: Associação dos Municípios do Alto Jacuí (AMAJA).

 

Cruzaltenses ilustres

Além do escritor Erico Verissimo outras personalidades históricas do Rio Grande do Sul nascidas em Cruz Alta são José Gomes Pinheiro Machado, um dos mais influentes políticos brasileiros do início do século XX, Júlio Prates de Castilhos, jornalista e político brasileiro, eleito Patriarca do Rio Grande do Sul pelos seus conterrâneos, Salvador Pinheiro Machado, deputado estadual e vice-governador e governador, político e militar brasileiro, Saint Clair Cemin, um dos mais renomados artistas plásticos brasileiros, atualmente residindo em Nova Iorque.

Pontos Turísticos

Museu Erico Verissimo: no local, a casa onde o escritor nasceu, os visitantes podem encontrar manuscritos do escritor, inúmeras fotos, sua máquina de escrever, livros, entre outros objetos. A casa que foi reformada em 2007 e é Patrimônio Histórico do Estado, atualmente é palco para o Projeto Acústico no Museu e recebe a visita de milhares de pessoas anualmente.

Monumento de Nossa Senhora de Fátima: foi inaugurado em 1952 e é popularmente conhecida como “Santinha”. Com um pedestal de 31 metros de altura é hoje o principal ponto turístico da cidade. Pela noite, com ótima iluminação, é possível observar o Monumento de vários bairros do município. No mês de novembro ocorrerá a 58ª edição da Romaria de Fátima que reúne mais de 100 mil pessoas.

Estação Ferroviária: sua inauguração ocorreu em 1894. Hoje, no local, funciona a Estação de Transbordo para produtos agrícolas, combustível, cimento e fertilizantes, saindo trens diariamente para o Porto de Rio Grande e também a Secretaria de Turismo.

Memorial Lenda da Panelinha: conta a história que havia um arroio que se chamava Panelinha, cujas águas serviam para matar a sede dos tropeiros que levavam mercadorias do interior do Rio Grande do Sul para Sorocaba e São Paulo. As índias da região davam de beber aos tropeiros e eles sempre retornavam. A partir disso se consolidou a lenda de “quem bebe a água da fonte sempre volta”

Lenda da Panelinha é a mais tradicional da cidade. Remonta a época em que os primeiros moradores estabeleceram-se em Cruz Alta, lá pelos idos de 1805, formando um pequeno amontoado de casas onde hoje é a Praça Erico Verissimo. Ali próximo, havia uma mata chamada de Capoeira, onde era extraída a madeira para lenha e para as construções. Na direção oposta, onde hoje forma-se a esquina da João Manoel com a Venâncio Aires, havia uma nascente para o abastecimento do vilarejo, chamada de arroio Panelinha. Sua segunda vertente desemboca na esquina da Gal. Portinho com a Andrade Neves. Nesta segunda vertente, a água límpida e abundante jorrava como uma cachoeira. Era onde as lavadeiras batiam a roupa.

Seguidamente, apareciam tropeiros, que paravam por ali para saciar a sede. Eventualmente, muitos desses viajantes engraçavam-se com as mulheres locais, e, na maioria dos casos, acabavam retornando, geralmente para casar-se com a moça e fixar residência por aqui. E nessas idas e vindas, o imaginário popular acabou por enraizar o entendimento de que, todo aquele que bebia a água da Panelinha, acabava, inevitavelmente, voltando para Cruz Alta. A fama do local acabou servindo de prato cheio para alimentar a esperança das moçoilas casamenteiras, que, quando atingiam a "idade de casar", tratavam de levar o pretendente para beber a água da Panelinha. Assim eles retornariam e firmariam o casório.

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